Brüssel: Pommes, Waffeln und Manneken Pis. Bruxelas: batatas fritas, waffles e o menino mijão.

Em Bruxelas encontrei-me com Tânia na Gare Central no dia 02 de janeiro. Ela me contou sobre tudo o que tinha visto na cidade nos últimos dois dias. No dia seguinte, passeei sozinho pela cidade, sem mapa. A intenção era me perder naquelas ruas, descobrir por acaso as belezas da capital da Bélgica. O tempo não estava dos melhores e uma garoa fina não parava de cair. Passei por uma praça enorme, com umas escadarias, bem ao lado da Biblioteca Central. Visitei o Parlamento e o Palácio Real, e bem no centro, entre esses dos dois prédios, o Parque de Bruxelas. Depois disso conheci o centro. As ruazinhas são muito estreitas, cheias de restaurantes, lojas de chocolates belga, doces, livrarias, cafés. Restaurantes e mais restaurantes oferecendo os Moules (mariscos), prato típico da cidade. Na Grand Place, a mesma admiração e surpresa que tive em Köln. Em menor dimensão obviamente, mas os prédios tão detalhados, tudo tão limpo, bem cuidado. Não havia uma parede sem um estatuazinha, um adorno, um anjo. Depois fui conhecer o tal do Manneken Pis. Para tanto, tive que abrir o mapa pela primeira vez. Mas bastou alguns passos no centro e ver uma multidão de gente batendo fotos, que foi fácil descobrir onde era o local. Dezenas de turistas, na maioria asiáticos, queriam uma foto com o tal do menino mijão. A estátua é bem pequena, na verdade uma fonte, de um menininho fazendo xixi. E esse é um dos símbolos de Bruxelas.

A melhor parte foi encontrar na mesma rua várias lojinhas vendendo os famosos Waffles belgas. Quentinhos, feito na hora, cobertos com chantilly, morango e chocolate belga por 5 Euros. De lamber os dedos, literalmente.

Do centro, peguei um metro na Gare Central e fui visitar o Parque do Cinquentenário, onde há um Arco do Triunfo. No alto do arco, há uma quadriga, símbolo de poder. Ali por perto encontra-se o prédio da Comissão da União Européia, ganhadora do Prêmio Nobel da Paz em 2012. No outro lado da cidade, bem distante diga-se de passagem, encontra-se o Atomium, aquela construção em forma de molécula, que abriga um museu sobre arquitetura no seu interior. A obra é incrível, gigantesca, linda mesmo. Fiquei embasbacado. Tânia chegou a entrar no prédio no dia anterior e me disse que é interessante a exposição, e que há inclusive um espaço dedicado a Oscar Niemeyer. Eu preferi apenas adimirá-lo pelo lado de fora e dei uma volta num parque ao lado.

De metro voltei até o centro, que aquela hora da tarde, umas 17 h, estava lotado. Aproveitei para experimentar as famosas batatas fritas belgas, outro símbolo do país. Quentinhas e bem crocantes, você pode escolher entre uma série de molhos que tornam ainda mais saboroso. Para a batata ficar bem crocante ele é frita duas vezes; esse é o segredo. O molho que escolhi chamava-se Andalouse, o mais tradicional da Bélgica.

Naquele início de noite comi ainda mais um waffle! A noite, depois de descansar um tempo no hostel, voltamos para o centro da cidade, pois queríamos comprar os famosos chocolates belgas. Para tanto, dividimos um pacote que vinha com seis caixas de chocolates variados. As trufas belgas são as melhores. Depois disso fomos jantar numa rua cheia de restaurantes, e aproveitei para provar as Moules com fritas. Achei os mariscos pequenos, veio quase apenas cascas. Mas para os turistas que nunca se fartaram com ostras e mariscos enormes da costa brasileira, aqueles ali devem impressionar. O que mais me impressionou em Bruxelas foi a mistura dos dois idiomas oficiais da Bélgica, o francês e o holandês. Nas ruas, algumas lojas são em francês e outras em holandês. O povo aparentemente entende os dois, mas é uma confusão, pois escutei tudo misturado. No metrô o aviso sonoro da próxima estação é sempre nas duas línguas e sempre de ordem alternada, para ser mais justo. Foi lá em Bruxelas que me encantei com o idioma holandês, caso que ficou mais sério em Amsterdam. Voltamos para o hostel depois de passar na Grand Place e admirar a fachada do prédio principal iluminado com um jogo de luzes coloridas, criando um efeito bem bonito. Na manhã seguinte, antes mesmo das 7:00 h fomos direto a Gare du Midi, a estação internacional de Bruxelas. Nosso trem Thalys partiria às 7:45 h rumo a Amsterdam.

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